quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Sou



sou,
sou sopro
de vento que soa
e no peito ecoa
algo que sou.
sou dor que voa
vagante na noite
ávida de vida
e vária de mim.
sou sou
aquilo que é
na fé de que sou
o que não se sabe.
e ao que não me cabe
eu também me sou.


texto e foto: Luian Damasceno

7 comentários:

  1. escrevi uma vez uma parada intitulada 'sou' tambem. Não me lembro muito bem como era ( mas com certeza nem chega perto das tuas palavras), mas era mais ou menos assim:

    Sou o que sou,
    Não o que queria ser.
    Vou sendo o que sou,
    Sem saber que posso me perder.
    Sem saber, que ao meu ver
    Surgiria uma dor.
    Sem saber, que do meu ser,
    Brotaria uma flor,
    E que dessa flor surgiria você

    uma parada assim...

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  5. dificil isso de ser... pois ser o que?
    ser " Não o que queria ser " ?
    ser aquilo que se é... disse nietzsche
    mas o que se é?

    abraço suas palavras amigo...

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  6. versos que entoam
    cantam e dançam
    assim como penso que o ser cabe ser

    beijos

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