
Por tudo aquilo que foi e ainda é presente
Pela poesia vivente no peito de nós
feito voz que não cessa com o passar do tempo
e sussurra lembranças no infinito de si
Por não ser finito, por ser bonito
mesmo que quando triste,
escrevo os meus dias em um céu nublado que esconde a alma
a alma por detrás dos olhos, que se esvai feito um sopro de vento
por entre as mãos calmas, e que despercebidamente vai de encontro
a tua...
... para que então nós nos tornemos um “uni-verso”, único de beleza
e múltiplo de memórias.
Texto: Luian Damasceno Foto: Norma Pifano